Mais amor. Menos ódio.
Que sentimento poderoso. O mais nobre dos sentimentos. E por que temos, muitas vezes, receio ou vergonha de admiti-lo? E por que não somos assim quanto ao ódio? Por que parece ser mais fácil dizer que odiamos uma pessoa e engasgamos quando vamos dizer que amamos alguém? Afinal, deveria ser o contrário.
Um sentimento tão bonito como o amor deveria ser dito mais vezes. Deveríamos ter prazer em demonstrá-lo e não medo ou vergonha. Vergonha deveríamos ter ao dizer que odiamos. E medo também. Talvez temos receio ou vergonha, porque temos medo de nos desapontar. Mas aí que está: na verdade nós tememos aquilo que não aconteceu. Tememos o hipotético. Não tememos o fato de amar e sim o fato de ter a POSSIBILIDADE de nos desapontar. Tememos o desapontamento. Que pode talvez nunca vir a acontecer.
Se você ama, grite!!! Compartilhe!!! Libere seu amor. O amor não é para ser preso. Deve ser compartilhado. Praticado. Para que seja inspirador para outras pessoas.
E se alguém questionar, criticar ou duvidar de seu amor, ensine-o a amar. E se, mesmo assim, continuar a questionar, criticar ou duvidar, ignore-o. Não procure justificar o seu amor. Afinal, quem disse que é justificável?
Mas se quem questionar, criticar ou duvidar de seu amor for você mesmo, então pense!!!
Pois o amor não é pra se questionar. Nem criticar ou duvidar. É para ser compartilhado. Demonstrado. Para ser praticado.
Então não tenha medo de amar. Não tenha tanto receio. Viva seu amor de forma livre. Não se importe com os outros. Pois senão, internamente, você jamais será livre. Será sempre prisioneiro dos pensamentos dos outros e do seu medo do hipotético.
Inspire com seu amor. Mais amor, por favor.

